Agora, órgão reinventou a interação de computadores para experiência.
Nesta quarta-feira (10), começou o experimento científico que pretende simular condições próximas às que existiram logo após o Big Bang, a grande explosão que teria dado origem ao universo. O LHC - maior acelerador de partículas do mundo - recebeu seus primeiros feixes de prótons, as partículas que caracterizam os elementos existentes no universo.
No local, os milhares de tubos que formam o túnel foram montados, testados e resfriados, antes de formar o círculo de 27 quilômetros sob os campos da Suíça e da França. Para sua construção, foram 14 anos de trabalho e 8 bilhões de dólares.
Nesta quarta-feira, a máquina mostrou seu funcionamento modestamente, com um pontinho branco no computador. Mas quando estiver a toda energia, vai girar os feixes virtualmente na velocidade da luz e fazê-los colidir, reproduzindo em escala menor o Big Bang, a explosão que teria dado início à criação do universo. E estar a toda energia significa gastar 200 megawats/hora, o mesmo que uma cidade como Curitiba.
Tanta energia é necessária porque as partículas são aceleradas por um campo elétrico e só conseguem manter o rumo graças a milhares de campos magnéticos instalados ao longo do percurso. Tudo isso é mantido com eletricidade, que gera calor. E calor provoca perda de energia. Por isso, toda a tubulação é resfriada a -271°C, temperatura menor do que a do espaço sideral.
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